sábado, 22 de outubro de 2011

BRINQUEDO ACESSIVEL PARA CRIANÇAS DEFICIENTES E NÃO DEFICIENTES

Rede Saci
13/10/2010

IDEIA É PROPORCIONAR BRINCADEIRAS CONJUNTAS ENTRE CRIANÇAS DEFICIENTES E NÃO-DEFICIENTES

Na Semana da Criança, o Parque do Ibirapuera inaugura Playground Inclusivo. O brinquedo foi projetado para integrar crianças com e sem deficiência.
Com rampas de inclinação suave, inscrições em braille, piso tátil e suportes aéreos ao alcance de uma criança sentada em uma cadeira de rodas, o playground propõe brincadeiras que misturam equilíbrio, força e estímulos sensoriais na medida exata para que crianças cadeirantes, cegas, surdas, com deficiência intelectual ou múltipla possam divertir-se com o máximo de autonomia.

CONGONHAS E PISO PARA DEFICIENTES VISUAIS

O Estado de S.Paulo
São Paulo - SP, 17/03/2011

Percurso leva o passageiro da entrada do aeroporto até o balcão de informações; especialista reclama da escassez de locais acessíveis

Nataly Costa
O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, instalou novos pisos podotáteis - sensíveis ao pisar, têm relevos para facilitar a movimentação de deficientes visuais. O percurso vai da entrada do aeroporto, pela praça de alimentação, até o balcão de informações. Lá, a pessoa pode ser orientada e seguir para as demais áreas de check-in, embarque ou desembarque.

Ainda em fase de testes, o novo piso é de modelo direcional, formado por várias linhas de borracha com o objetivo de guiar o caminho. É diferente do piso podotátil de alerta - também de borracha, mas com relevo circular -, que serve para avisar sobre mudanças de direção ou perigo.

O Decreto 5.296 da Lei de Acessibilidade, de dezembro de 2004, prevê instalação de pisos táteis em ruas, parques ou qualquer lugar de circulação pública, mas ainda é pouco respeitado no País. "Outro dia mesmo desci sozinho de um táxi em Congonhas. Não tem sinalização na calçada, orientação na porta, nada. Na verdade, são raros os locais que têm", diz o presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência, Moisés Bauer Luiz.

Além do que foi instalado no saguão, há outro percurso partindo do setor interno de identificação do aeroporto (onde as pessoas pegam crachá para visita interna) até o balcão de informações. O Aeroporto de Brasília já usa esse tipo de piso - e o de Florianópolis está em instalação. "Na maioria dos casos, quando se pensa em acessibilidade, as pessoas se preocupam se o lugar tem rampa ou elevador. Claro que é importante, mas não é só isso", diz Luiz.

O próximo passo do plano de investimentos em acessibilidade da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) é tornar as escadas rolantes e elevadores mais acessíveis. O custo é de R$ 1,7 milhão

STEVE JOBS E SUAS CONTRIBUIÇÕES NA ÁREA DA DEFICIÊNCIA

Inclusive
10/10/2011

Como as criações da Apple ajudam a vida de pessoas com deficiência

Equipe Inclusive
Patricia Almeida
Quando criou o iPad, Steve Jobs não tinha ideia do quanto aquela ferramenta iria ajudar um grupo de pessoas em geral esquecido. Sem querer, a comunidade de pessoas com deficiência ganhou um aliado de peso. O iPhone e iPad - influenciando os demais smartphones e tablets - acumulam um mundo de possibilidades para desenvolver as habilidades de pessoas com deficiência, facilitar sua vida, além de entretê-las e divertí-las, como nunca antes se imaginou possível.

Como forma de homenagear este visionário que infelizmente se foi, compartilho abaixo alguns dos usos possíveis do iPad e seus aplicativos por pessoas com deficiência. Melhor ainda quando chegarem ao Brasil os tablets de US$ 35 lançados na India, que assim poderão efetivamente chegar às mãos das pessoas com deficiência no país e no mundo.

Os vídeos abaixo estão em inglês, mas podem ser entendidos em grande parte apenas pelas imagens.

Minha filha, Amanda, jogando memória com o iPad

O iPad é uma mudança radical para pessoas com autismo

Aqui um menino com apraxia pede para comer queijo e biscoito usando o iPad.

Neste um menino com autismo aprende a escrever as letras usando o iPad.
http://youtu.be/o0eiovHNzAM

Menino com autismo ganha um iPad e começa a descobrir suas múltiplas funções

O mesmo menino usando o iPad para ajudar com o que está estudando na escola

Menina com síndrome de Down aprendendo a ler, escrever e falar com o iPad

Proloquo2go customizado para uma menina pequena se comunicar

Criança com síndrome de bebê sacudido usa o iPad para usar mão

Bebê com holoprosencefalia brinca com o iPad

Homem surdo mostra aplicativos úteis

Homem surdo apresenta aplicaticos, inclusive o telefone com imagem no iPad2

Acessibilidade - Voice Over, Zoom e White on Black


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

REFLEXÃO PARA 2011

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança,
fazendo-o funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui para adiante vai ser diferente....
..Para você,
Desejo o sonho realizado.
O amor esperado
A esperança renovada.
Para você,
Desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.
Para você neste novo ano,
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que a sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe desejar tantas outras coisas.
Mas nada seria suficiente...

Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto,
ao rumo da sua FELICIDADE!!!

Carlos Drummond de Andrade

DADOS SOBRE ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO



GLOSSÁRIO DE INFORMAÇÕES SOBRE ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO
Capacidades/habilidades Assim como no dicionário da língua portuguesa, (Luft, s/d), os dois termos aqui serão tratados como equivalentes. Segundo Meirieu (1998, p. 183), é a “[...] atividade intelectual estabilizada e reprodutível em diversos campos do conhecimento; (...) nenhuma capacidade existe em ‘estado puro’ e toda capacidade só se manifesta através da aplicação de conteúdos”.

Competência é, segundo Meirieu (1998, p.184), o “[...] saber identificado colocando em jogo uma ou mais capacidades em um campo notacional ou disciplinar determinado”.

Domínio é, segundo Gardner (2001, p. 105), “[...] um conjunto organizado de atividades dentro de uma cultura, caracterizado por um sistema de símbolos específicos e as operações dele resultantes”.

Diversidade, segundo Sacristán (2002, p.14), “[...] alude à circunstância dos sujeitos de serem diferentes (é algo em que em uma sociedade tolerante, liberal e democrática é dinso de respeito).

Estilos cognitivos é, segundo Meirieu (1998, p.186), o [...] modo da representação da atividade cognitiva dos sujeitos a partir de variáveis-sujeitos relativamente estáveis, independentes das situações didáticas utilizadas e das estimulações do meio.

Estilos de trabalho é, para Gardner, Feldman e Krechevsky (2001c, p. 181), [...] a interação de uma criança com as tarefas e os materiais de várias áreas de conteúdo.

Genialidade é o conceito utilizado por Sanches e Costa (2000, p. 31) para referir-se “[...] à coincidência dos elementos contextuais (circunstâncias históricas ou sociais), pessoais (habilidades cognitivas, sorte, motivação e apoio) e produtos (ajustados às necessidades e à novidade) que fazem que uma determinada aportação seja especialmente transcendente para uma determinada cultura em um momento histórico”.
 
Gênio é definido por Sanches e Costa (2000, p. 31) como “[...] o indivíduo criativo que é capaz de alcançar perspectivas novas e que incidem em todas as culturas humanas, (...) realiza avanços excelentes não só em uma área determinada, mas que transcende a todas as culturas”.

Identificação é a definição de um conjunto de características singulares de um sujeito ou de um grupo de sujeitos. Para Bravo (1997, p.199), é o processo resultante da [...] avaliação sistemática e com critérios científicos da inteligência e das capacidades de uma pessoa com habilidades intelectuais superiores.

Inclusão é entendida como “[...] a garantia, a todos, do acesso contínuo ao espaço comum da vida em sociedade, sociedade essa que deve estar orientada por relações de acolhimento à diversidade humana, de aceitação das diferenças individuais, de esforço coletivo na equiparação de oportunidades de desenvolvimento, com qualidade, em todas as dimensões da vida” (brasil, 2001). 

Indicador para Meirieu (1998, p.187) é todo o [...] comportamento observável a partir do qual se pode inferir o alcance de um objetivo ou o domínio de uma capacidade.

Inteligência é, segundo Gardner (2001, p. 47), [...] um potencial biopsicológico para processar informações que pode ser ativado num cenário cultural  para solucionar problemas ou criar produtos que sejam valorizados numa cultura.

Pessoa com Altas Habilidades/Superdotação é aquela que apresenta comportamentos, freqüentes e prolongados, que manifestam a interseção de três características: habilidade acima da média, comprometimento com a tarefa e criatividade. Estes traços, segundo Renzulli (1986), necessitam do suporte do meio ambiente para a promoção do seu desenvolvimento.

Precocidade é definida, por Tarrida (1997), como um fenômeno evolutivo caracterizado por diferenças individuais no ritmo do desenvolvimento, que, neste caso, encontra-se mais acelerado.
  
Processo, para Meirieu (1998, p. 190), se constitui dos [...] elementos de uma estratégia de aprendizagem que foram aplicados de maneira conjuntural, em função de circunstâncias favoráveis.


Referências do Glossário

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília:  MEC/SEESP, 2001.
BRAVO, C. M. (Org.) Superdotados: problemática e intervención. Valladolid: Serviço de Apoyo a la Enseñanza, Universidad de Valladolid, 1997.
GARDNER, H. Inteligência: um conceito reformulado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
GARDNER, H.; FELDMAN, D. H.; KRECHEVSKI, M. Projeto Spectrum: a Teoria das Inteligências Múltiplas na Educação Infantil – Avaliação em Educação Infantil; v.3. Porto Alegre: Artmed, 2001.
LUFT, C. P. Mini Dicionário Luft. São Paulo: Ática Scipione, s/d.
MEIRIEU, P.  Aprender... sim, mas como? Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.  
RENZULLI, J. The three-ring conception of giftedness: a developmental model for creative productivity.  In:  RENZULLI, J.S. ; REIS S.  The triad  reader. Mansfield Center (CT): Creative Learning Press, 1986.
SACRISTÁN, J. G.  A construção do discurso sobre a diversidade e suas práticas. In: ALCUDIA, R. (Org.) Atenção à diversidade. Porto Alegre: Artmed, 2002.
SÁNCHEZ, M. D. P.; COSTA, J. L. C. Los superdotados: essos alumnos excepcionales. Málaga: Aljibe, 2000.
TARRIDA, A. C. Problemática escolar de las personas superdotadas y talentosas. In: BRAVO, C. M. (Org.) Superdotados: problemática y intervención. Valladolid: Servicio de Apoyo a la Enseñanza/ Universidad de Valladolid, 1997.



LEITURAS RECOMENDADAS

LIVRO 1
TÍTULO: Educação e Altas Habilidades/Superdotação: a ousadia de rever conceitos e práticas.
AUTOR: Soraia Napoleão Freitas (org.)
EDITORA e ANO: Editora da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2006.
DESCRIÇÃO: A autora reuniu em vários capítulos as perspectivas teóricas e práticas propostas pelos profissionais envolvidos na temática, tanto no Rio Grande do Sul quanto na Argentina, partindo da discussão sobre a terminologia utilizada para denominar estas pessoas, faz uma reflexão dos mitos e das crenças que rondam as pessoas com altas habilidades/superdotação, abordando temas como adolescência, família e políticas e práticas de atendimento educacional.

LIVRO 2
TÍTULO: Talento e Superdotação: problema ou solução?
AUTOR: Maria Lúcia Prado Sabatella
EDITORA e ANO: Editora IBEPEX, Curitiba, 2005.
DESCRIÇÃO: A autora faz uma criteriosa e pormenorizada reflexão sobre o tema das altas habilidades/superdotação. Percorrendo o caminho desde o detalhamento do cérebro  e seus aspectos biológicos, passando pela concepção da inteligência, chega à discussão da concepção de superdotação, abordando os mitos e as crenças errôneas que cercam este tema.

LIVRO 3
TÍTULO: Superdotados: determinantes, educação e ajustamento.
AUTOR: Eunice Soriano de Alencar e Denise Fleith
EDITORA e ANO: Editora EPU, São Paulo, 2001.
DESCRIÇÃO: O livro tem como objetivo apresentar informações atualizadas sobre o tema das altas habilidades/superdotação, sensibilizar educadores a respeito das necessidades do aluno com altas habilidades/superdotação e estimular a sociedade para a discussão de um assunto importante como este. O livro aborda tópicos como a descrição de teorias de inteligências mais recentes, a sistemática da identificação,  alternativas de atendimento dos sujeitos com altas habilidades/superdotação e seu desenvolvimento sócio-emocional. Encerra esta discussão, analisando a educação destes alunos no Brasil e no mundo.

LIVRO 4
TÍTULO: TOC TOC... PLIM PLIM! Lidndo com as emoções. Brincando com o pensamento através da criatividade.
AUTOR: Angela Virgolim, Denise Fleith e Mônica Souza Neves-Pereira
EDITORA: Papirus, Campinas/São Paulo, 2003, 5º edição.
DESCRIÇÃO: O livro tem como objetivo desmistificar idéias comumente associadas à criatividade, bem como instrumentalizar os profissionais da educação para o desenvolvimento das habilidades criativas dos alunos, paralelamente ao desenvolvimento de seu próprio potencial criativo. Constitui-se em um importante instrumento de inovação das metodologias de trabalho dentro da sala de aula.

LIVRO 5
TÍTULO: Criatividade: múltiplas perspectivas.
AUTOR: Eunice Soriano de Alencar
EDITORA: Universidade de Brasília
DESCRIÇÃO: O livro aponta as condições necessárias para se cultivar a criatividade no contexto educacional, familiar e no ambiente de trabalho. Além disso, apresenta uma diversidade de técnicas, exercícios e programas de estimulação das habilidades criativas, instrumentalizando os professores na implementação de estratégias e práticas promotoras da criatividade em sua vida pessoal e profissional. Este livro constitui, portanto, uma fonte instigante de informações que visam ajudar a liberar das amarras que impedem o livre fluir das idéias e a fortalecer uma atitude criativa diante dos desafios e das oportunidades que despontam a cada dia.

LIVRO 6
TÍTULO: A Construção de Práticas Educacionais para Alunos com Altas Habilidades/ Superdotação.
AUTOR: Denise de Souza Fleith (org.)
EDITORA: MEC/SEESP
A Secretaria de Educação Especial lançou três volumes destinados a subsidiar o atendimento educacional especializado para professores, profissionais e aos familiares oferecem o apoio para o melhor desenvolvimento e criação de seus filhos com altas habilidades/superdotação. Também disponível em versão eletrônica.

LIVRO 7
TÍTULO: Encorajando Potenciais..
AUTOR: Ângela Magda Rodrigues Virgolim
EDITORA: MEC/SEESP
Volume lançado pela Secretaria de Educação Especial e destinado a subsidiar o atendimento educacional especializado para professores e profissionais. Aos familiares, oferece apoio para o melhor entendimento dos comportamentos de superdotação e a criação de seus filhos com altas habilidades/superdotação. Também disponível em versão eletrônica.

ARTIGO 1

TÍTULO: O que é esta coisa chamada Superdotação e como a desenvolvemos? Uma retrospectiva de vinte e cinco anos. Educação, nº 1, v.52, p.75-131, jan/abr, 2004.

AUTOR: Joseph Renzulli.
ONDE ESTÁ PUBLICADO: Educação, nº 1, v.52, p.75-131, jan/abr, 2004. (Revista editada pela Faculdade de Educação da PUCRS). Disponível on-line em: http://caioba.pucrs.br/faced/ojs/viewarticle.php?id=6&layout=abstract
DESCRIÇÃO: Neste artigo o autor - reconhecido pesquisador norte-americano na área e referência básica dos trabalhos realizados no Brasil -  faz uma revisão da teoria dos três anéis nos últimos 25 anos, analisando sua importância e utilização no contexto educacional. Além disto, também faz uma reflexão importante sobre suas propostas de identificação e atendimento dos alunos com altas habilidades/superdotação. Este artigo tem uma importância histórica não só pelo seu próprio conteúdo, mas, também, por ser o primeiro artigo traduzido do inglês e publicado em português do Brasil.



FILMES QUE ABORDAM A TEMÁTICA DAS ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO

FILME 1
TÍTULO: ENCONTRANDO FORRESTER
DIRETOR: Gus Van Sant
ANO: 2000
SINOPSE: Um talentoso jogador de basquete, negro, morador de um bairro pobre de Nova York tem uma grande habilidade para escrever. Encontra, acidentalmente, um escritor excêntrico, um romancista ganhador de um prêmio por sua publicação e que nunca deu aos leitores um segundo livro. O escritor torna-se tutor do rapaz que encontra desta maneira uma forma para desenvolver sus habilidades e conquistar uma bolsa na Universidade pelo seu talento na lingüística.

FILME 2
TÍTULO: LANCES INOCENTES
DIRETOR: Steven Zaillian
ANO: 1993
SINOPSE: O filme conta a história de um típico garoto de sete anos. Seus pais descobrem que é um “expert” em xadrez. O pai, um cronista esportivo, decide torná-lo campeão e para tal investe na contratação do melhor professor de xadrez. A mãe é favorável a que o menino seja tratado como uma criança e desta forma estimula seu contato com um grupo de jogadores de xadrez que se reúnem na praça onde o menino costuma brincar com a irmã. A trama se desenvolve mostrando os conflitos gerados por esta situação e destaca a importância do afeto na resolução dos conflitos.

FILME 3
TITULO: UMA MENTE BRILHANTE
DIRETOR: Ron Howard
ANO: 2001
SINOPSE: Drama real baseado na vida do brilhante matemático John Forbes Nash, o qual desde o início da vida adulta precisou lutar contra a esquizofrenia, doença que lhe levava a alucinações e paranóias. O filme mostra como Nash conseque superar suas dificuldades mentais até ganhar o Prêmio Nobel de Economia em 1994.

FILME 4
TITULO: MISS POTTER (2006)
DIRETOR: Chris Noonan
ANO: 2006
SINOPSE: A infância e a maturidade de Beatrix Potter, a escritora de livros infantis mais inspirada de todos os tempos que acabou se apaixonando por seu editor. Ela encantou gerações de crianças, mas manteve sua privacidade à sete chaves. Várias de suas criações foram adaptadas para o teatro, cinema e televisão, mas sua vida foi sua história mais impressionante: uma prova disso é que seu diário, escrito em código, só foi compreendido quinze anos após sua morte.

FILME 5
TÍTULO: PIAF: UM HINO AO AMOR (2007)
DIRETOR: Olivier Dahan
ANO: 2007
SINOPSE: A vida de Edith Piaf foi sempre uma batalha. Abandonada pela mãe, foi criada pela avó, dona de um bordel na Normandia. Dos três aos sete anos de idade, ficou cega, recuperando-se milagrosamente. Mais tarde, viveu com o pai alcoólatra, a quem abandonou aos 15 anos para cantar nas ruas de Paris. Em 1935, foi descoberta por um dono de boate e, naquele mesmo ano, gravou seu primeiro disco. A vida sofrida é coroada com o sucesso internacional. Fama, dinheiro, amizades, mas também a constante vigilância da opinião pública. Altos e baixos da voz que marcou gerações



TIRA-DÚVIDAS

1.     EXISTE ALGUM AMPARO LEGAL PARA O ATENDIMENTO À PESSOA COM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO?

Palavras-Chave Educação Especial, Legislação, Altas Habilidades/ Superdotação
Os direitos das pessoas com altas habilidades/superdotação estão respaldados por princípios legais que fundamentam as ações desenvolvidas na área. A Declaração Universal dos Direitos do Homem prevê que "[...] todo ser humano é elemento valioso qualquer que seja a idade, sexo, idade mental, condições emocionais e antecedentes culturais ou grupo étnico, nível social e credo" (MEC/SEESP, 1995a, p.7). A Constituição Brasileira (1988) e a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2008) sugerem que, sempre que possível, a pessoa com necessidades educacionais especiais seja integrada ao ensino regular. A Educação, como um todo, e a Educação Especial, em particular, devem promover situações para o desenvolvimento integral do ser humano, objetivando condições para uma vida produtiva na sociedade, através do equilíbrio da individualidade de cada aluno e as regras de vida nos grupos sociais. O direito à educação de cada indivíduo, também é assegurado na Declaração de Salamanca (1994). Neste documento são definidas as linhas de ação para a Educação Especial, adotando como princípio orientador que todas as escolas devem receber todas as crianças. Também é de fundamental importância citar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB (Lei 9394/96) que, no Capítulo V, Artigo 58, define Educação Especial como a modalidade de educação oferecida preferencialmente na rede regular de ensino. No artigo 59 assegura aos alunos portadores de altas habilidades:
I- Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específica às suas necessidades;
II - [...] aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados;
III - professores com qualificação para um atendimento especializado;
IV - acesso ao trabalho mediante a articulação com os órgãos oficiais para os que apresentam habilidades superior nas áreas artísticas, intelectual ou psicomotora; e
V - acesso igualitário aos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível de ensino regular.
Para saber mais sobre estas legislações, pesquise no site do Ministério da Educação, www.mec.gov.br .
Também existem documentos em cada estado que regulamentam e normatizam as ações dirigidas aos alunos com altas habilidades/superdotação. A Constituição do Estado do Rio Grande do Sul (1989) foi pioneira no Brasil a garantir e determinar a implementação do atendimento integral às pessoas com Altas Habilidades/Superdotação, nos seus Artigos 199 e 214.
Apesar do amparo legal existente, pode-se observar que ainda é muito longo o caminho a ser percorrido, para que, efetivamente, se concretize o que é determinado em lei.

2.       ONDE ESTÃO AS PESSOAS COM ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO?

Palavras-Chave Educação Especial, Prevalência, Altas Habilidades / Superdotação

O número de pessoas com altas habilidades / superdotação é estimado, segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS, em 3 a 5 % da população; porém, estes números consideram apenas aquelas pessoas com QI superior a 130, identificadas  por meio de testes de inteligência que, geralmente, avaliam as habilidades das pessoas nas áreas lingüística, espacial e lógico-matemática, deixando de verificar outras como as habilidades artísticas, psicomotoras e de liderança, restringindo a concepção de potencial humano. Em 2001 a ABSD-RS realizou uma pesquisa de prevalência na região metropolitana de Porto Alegre, entrevistando 1054 alunos de 384 escolas estaduais, municipais e privadas, selecionados aleatoriamente. Os instrumentos utilizados foram questionários contendo itens baseados na Teoria das Inteligências Múltiplas (GARDNER, 2000) e na Teoria dos Três Anéis (RENZULLI, 1986) e aplicados nos alunos, pais e professores. O resultado obtido neste estudo apontou para uma estimativa de 7,78% de alunos com indicadores de altas habilidades / superdotação, quando se adota uma concepção de inteligência mais abrangente e de superdotação mais dinâmica como as dos autores que subsidiaram o estudo. Mais informações no site da AGAAHSD, www.agaahsd.com.br.

3.       AS PESSOAS COM ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO SÃO BOAS em tudo O que faz?

Palavras-Chave Educação Especial, Representação Social, Altas Habilidades / Superdotação
Muitas são as idéias errôneas que circundam o tema altas habilidades / superdotação e que são responsáveis por muitos constrangimentos a estas pessoas e suas famílias. Exemplos destas idéias são que não podem errar, pois sabem tudo; sempre devem dar contribuições originais onde estiverem, pois são mais criativos; são os melhores alunos da turma, dentre outras. Tais entendimentos são responsáveis por gerar fadiga, frustração e sofrimento naqueles que têm altas habilidades / superdotação, pois resulta em uma super exigência, por parte do ambiente e do próprio sujeito, na qualidade de seus produtos. Uma das alternativas que estas pessoas encontram para fugir do risco de ser rotulado como muito diferente de seus pares e ser visto como alguém que tem interesses e necessidades também diferenciadas é esconder suas características. No entanto, se esta pessoa estiver num ambiente que respeite as diferenças, ela conseguirá conviver bem com as suas, levando o grupo a desenvolver também suas habilidades.

4.       Como é a relação dA PESSOA COM ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO com seus colegas?

Palavras-Chave Educação Especial, Altas Habilidades / Superdotação, Interação Social
A pessoa com altas habilidades / superdotação tem, no grupo de companheiros, parceiros para os vários papéis que devem ser experimentados nas diferentes fases da vida. É por meio da comunicação que a pessoa aprende a conhecer a si próprio e ao outro. Muitas vezes, no entanto, ao longo de seu desenvolvimento, a pessoa com altas habilidades/superdotação experimenta situações em que o convívio com seus pares é dificultado por suas características. Na tentativa de encontrar um equilíbrio nos interesses ou no desempenho das atividades, a pessoa que apresenta esse perfil busca a companhia de outras mais velhas. A conseqüência desta busca pode ser um descompasso nos aspectos emocionais e sociais e o distanciamento das outras pessoas que, por vezes, pode resultar da dificuldade de ser aceito pelo grupo. Tende a ser percebido como o “chato”, como aquele que quer impor suas idéias ou como aquele que gosta de assuntos “esquisitos”. O medo de não ser aceito e de ficar só, especialmente na adolescência, leva o indivíduo com altas habilidades / superdotação a tornar-se ansioso e desenvolver comportamentos que aparentemente revelam onipotência e desejo de envolver-se em atividades individuais. Portanto, é importante que a interação seja estimulada desde cedo, seja na família, na vizinhança, na escola, nas atividades sociais para que este aluno possa aceitar-se, reconhecer suas potencialidades e limitações e, acima de tudo, respeitar-se e respeitar os outros.

5.       As crianças-prodígio apresentadas nos programas de TV são PESSOAS COM ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO?

Palavras-Chave Educação Especial, Altas Habilidades / Superdotação, Interação Social
Às vezes, sim, às vezes, não. O tratamento que alguns setores da mídia vêm dispensando a este assunto, de forma sensacionalista e descriteriosa, tem contribuído para o enraizamento de crenças errôneas. Muitas vezes, mostram-se pessoas que têm apenas um nível muito elevado de memória como apresentando altas habilidades / superdotação. Entretanto, estas reportagens não oportunizam que sejam percebidos outros indicadores que poderiam permitir a identificação de outros traços e características Cabe às instituições que têm como objetivo sensibilizar, informar e conscientizar as pessoas para esta questão, desfazer estes mitos e oferecer as informações corretas.

6.       Devem ser criadas escolas para superdotados?

Palavras-Chave Educação Especial, Altas Habilidades / Superdotação, Modalidades de Atendimento Educacional
Apesar da segregação ser uma das modalidades de educação prevista para os alunos com altas habilidades / superdotação, os projetos de atendimento pedagógico baseados na criação de escolas especiais só para estes alunos não se justificam, pois contrariam o princípio de inclusão que prevê uma escola para todos os alunos, independente de serem pessoas que tenham desenvolvimento diferenciado. Além disso, estes alunos convivem com outras pessoas - na família, na vizinhança, na escola, etc -  e, portanto, precisam, como todos os indivíduos, exercitarem as relações afetivas e sociais. As trocas que este convívio oportuniza são insubstituíveis e enriquecedoras tanto para a pessoa com altas habilidades / superdotação como para seus pares, permitindo que todos possam reconhecer seus talentos, suas possibilidades e suas limitações.

7.       AS PESSOAS COM ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO TÊM MAIS SUCESSO PROFISSIONAL? SEU DESEPENHO É MELHOR DO QUE O DOS DEMAIS?

Palavras-Chave Educação Especial, Altas Habilidades / Superdotação, Interação Laboral
As características básicas, apontadas por Renzulli (2004), para definição da pessoa com altas habilidades / superdotação (habilidades acima da média, comprometimento com a tarefa e criatividade), na maioria das vezes, atrapalham seu desempenho profissional em função de que, em algumas organizações predominam as relações marcadas por desconfiança e competição; as normas institucionais rígidas e contraditórias e um sistema de comunicação deficitária. É evidente que tal clima de trabalho não favorece que nenhum trabalhador, e aquele que apresenta altas habilidades / superdotação em especial, possam mostrar seu potencial produtivo e criativo. Alencar (2000, p. 102) afirma que "[...] a criatividade do indivíduo sofre [...] influência poderosa de elementos de seu ambiente de trabalho. Como as novas idéias são frágeis, é de fundamental importância  que este ambiente as deixe florescer" . Para esta autora é necessário que as barreiras que cerceiam a criatividade nas organizações, como o autoritarismo e intransigência, a falta de integração entre setores, a restrição de espaço para colocação de novas idéias devem se substituídas pelo incentivo e pela valorização de "[...] um clima de desafio, de abertura, de confiança e de estímulo à exploração de áreas completamente novas, sem os sentimentos de ameaças diante da perspectiva de um possível fracasso" (ALENCAR, 2000, p. 103). Portanto, o desempenho profissional desse trabalhador dependerá, em grande parte do reconhecimento e da valorização de suas áreas de interesse, bem como, do oferecimento de oportunidades para desenvolvê-las, favorecendo que o trabalhador com altas habilidades / superdotação sinta-se útil e capaz de realizações criativas em sua área profissional e com confiança em seu potencial. Faz-se necessário, segundo Alencar (2000, p. 103), que "[...] as sementes da criatividade, que estão presentes em cada um, sejam permanentes regadas e cultivadas através de um ambiente de trabalho rico em estímulos e desafios, onde haja reconhecimento do potencial e competência de cada indivíduo e onde as relações interpessoais sejam marcadas pela tolerância às divergências, harmonia, respeito e confiança”.

8           QUAL A FUNÇÃO DA FAMÍLIA NA IDENTIFICAÇÃO E NO DESENVOLVIMENTO DOS POTENCIAIS DE UM INDIVÍDUO COM ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO?
Palavras-Chave Educação Especial, Processo de Identificação, Altas Habilidades / Superdotação, Interação familiar
O papel da família no processo de identificação e estimulação dos comportamentos de altas habilidades/superdotação é muito importante, pois, geralmente, são os pais os primeiros a observar características diferenciadas em seus filhos e buscam alternativas para ajudar no seu desenvolvimento. Os papéis dos pais na criação e no crescimento de seus filhos referem-se a: servir como orientadores do desenvolvimento de seus filhos, constituir os pilares básicos das primeiras aprendizagens e oferecem um suporte afetivo significativo para seus filhos com altas habilidades / superdotação. Tal suporte permite à criança certo grau de autonomia que favorece a exploração e experimentação do mundo externo. Por último, os pais são percebidos como modelos e fonte de motivação para seus filhos, na medida em que proporcionam meios e recursos fundamentais para a criação de um ambiente rico em experiências, que facilitam e potencializam o desenvolvimento de suas capacidades habilidades e talentos.

9           A FAMÍLIA TEM UM PAPEL IMPORTANTE NO DESENVOLVIMENTO DO POTENCIAL DAS PESSOAS COM ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO. PORÉM, SE ESTA FAMÍLIA NÃO PERCEBE ESTE POTENCIAL, PERDE-SE ALGO? É POSSÍVEL RECUPERAR?
Palavras-Chave
Educação Especial, Altas Habilidades / Superdotação, Interação familiar
Para responder a esta pergunta, é necessário assinalar em qual concepção de inteligência nos subsidiamos para entender esta questão. Se partirmos da definição apresentada na teoria das Inteligências Múltipla, proposta por Howard Gardner, na qual a inteligência é entendida como um potencial biopsicológico para resolver problemas ou criar produtos reconhecidos pela cultura em que vive este sujeito, é possível afirmar que o potencial não se perde, ficando adormecido até que surja uma situação favorável á sua manifestação. No entanto, se o aluno não for estimulado, as altas habilidades /  superdotação podem nunca se manifestar. Nesse sentido, tais capacidades seriam desperdiçadas.

10   QUE MAIS POSSO LER SOBRE O TEMA?

Abaixo, estão relacionadas algumas das referências disponibilizadas em português. Adotei como critério para seleção das obras, citar somente as referências publicadas nos últimos cinco anos. Não estão citados aqui os três últimos documentos da legislação atual na Educação Especial: Decreto 6571 (2008) Parecer 13(2009) e Resolução 04 (2009), pois fica explícito a importância de seu conhecimento para o profissional que atua na área.

ALENCAR, Eunice Maria L. Soriano de. Criatividade e educação de superdotados. Petrópolis: Vozes, 2001.
ALENCAR, Eunice Maria L. Soriano de; FLEITH, Denise Souza. Superdotados: Determinantes, Educação e Ajustamento. 2 ed. São Paulo: EPU, 2001.
______. Criatividade: múltiplas perspectivas. Brasília: Editora da Universidade de Brasília. 2003.
ALMEIDA, Maria Amélia; CAPELLINI, Vera Lúcia M. F. Alunos Talentosos: possíveis superdotados não notados. Educação, Porto Alegre, PUCRS, v. 55, n. 1, p.45-64, Jan/Abr. 2005.
ASPESI, C.C. Processos familiares relacionados ao desenvolvimento de comportamentos de superdotação em crianças de idade pré-escolar. Dissertação de Mestrado. Universidade de Brasília, Brasília, 2003.
ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DE APOIO ÀS ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO. relatório Final da Pesquisa sobre Portadores de Altas Habilidades – Região Metropolitana de Porto Alegre. Porto Alegre: ABSD-RS, 2001. Disponível em: www.agaahsd;com.br
BRASIL. Lei nº 10172, de 09 de janeiro de 2001. Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. Brasília, DF. 2001a. Disponível em: <http://www.mec.gov.br> Acesso em: 05 set. 2001.
CHAGAS, J.F. Características familiares relacionadas ao desenvolvimento de comportamentos de superdotação em alunos de nível sócio-econômico desfavorecido. Dissertação de Mestrado. Universidade de Brasília, Brasília, 2003.
CUPERTINO, Christina; GIANETTI, Sonia Regina Bassi. Da imobilidade à realização: os passos de uma trajetória de criação. Educação, Porto Alegre, PUCRS, v. 55, n. 1, p.65-80, Jan./Abr. 2005.
DELOU, Cristina Maria Carvalho. Sucesso e fracasso escolar de alunos considerados superdotados: um estudo sobre a trajetória escolar de alunos que receberam atendimento em salas de recursos de escolas da rede pública de ensino. 2001. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.
Fleith, D.S. Criatividade: novos conceitos e idéias, aplicabilidade à educação. Cadernos de Educação Especial, 17, p. 55-61, 2001.
FREITAS, Soraia Napoleão. Altas Habilidades/Superdotação: a ousadia de rever conceitos e práticas. Santa Maria: UFSM, 2006.
GERMANI, Larice M.B. Características de Altas habilidades/Superdotação e de Déficit de Atenção/Hiperatividade: Uma Contribuição à Família e à Escola. 2006. Dissertação (Mestrado em Educação) Faculdade de Educação da PUCRS, Porto Alegre.
GERMANI, Larice Bonato; COSTA, Mara Regina Nieckel da, VIEIRA, Nara Joyce Wellausen.Construindo caminhos e estimulando potencialidades. In: Ensaios Pedagógicos. Brasília: MEC/SEESP, 2005, p.71-81.
MAIA-PINTO, R.R. Avaliação das práticas educacionais implementadas em um programa de atendimento a alunos superdotados e talentosos. Dissertação de Mestrado. Universidade de Brasília, Brasília, 2002.
______. Núcleos de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação - Documento Orientador: Execução da Ação. Brasília: Ministério da Educação / Secretaria de Educação Especial. 2006.
MAIA-PINTO, R. R.; FLEITH, D.S. Percepção de professores sobre alunos superdotados. Estudos de Psicologia, 19, 78-90, 2002.
OUROFINO, Vanessa Alunos hiperativos, hiperativos e superdotado e superdotados: um estudo comparativo. Dissertação de Mestrado. Universidade de Brasília, Brasília, 2005.
PÉREZ, Susana Graciela Pérez Barrera. Da transparência à consciência: uma evolução necessária para a inclusão do aluno com Altas Habilidades. In: Seminário Estadual de Inclusão de Pessoas com Altas Habilidades/Superdotados, 1.; SEMINÁRIO DE INCLUSÃO DA PESSOA COM NECESSIDADES ESPECIAIS NO MERCADO DE TRABALHO, 2.; SEMINÁRIO CAPIXABA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA, 6., 2002. Vitória. Anais... Vitória: UFES/Fórum Permanente de Educação Inclusiva/ABSD-ES/Fundação Ciciliano Abel de Almeida/FINDES-SENAI/ES. 2002, CD-ROM (102-112).
______. Políticas públicas para Pessoas com Altas Habilidades: Uma Análise de uma realidade que fala sem pensar. In: III CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO - EDUCAÇÃO NA AMÉRICA LATINA, NESTES TEMPOS DE IMPÉRIO, 2003, São Leopoldo - RS. III Congresso Internacional de Educação - Educação na América Latina nestes tempos de império. São Leopoldo - RS: Unisinos, 2003.
_____. Mitos e Crenças sobre as Pessoas com Altas Habilidades: alguns aspectos que dificultam o seu atendimento. Cadernos de Educação Especial. Santa Maria, UFSM, n. 22, p. 45 - 59, 2003.
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_____. Assincronismo, Precocidade e Mitos: três razões para entender a Identidade do aluno com Altas Habilidades. Curitiba, Portal de Educação da Secretaria de Educação do Estado do Paraná, 2005. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/portal/institucional/dee/dee_artigos.php
PÉREZ, Susana Graciela Pérez Barrera; STOBÄUS, Claus Dieter. Alberto: um professor de ensino regular e seu ‘algo mais’ para atender aos alunos com Altas Habilidades/Superdotação. Revista Educação Especial, Santa Maria: UFSM, v. 2, n. 25, p.73-84, 2005.
_____. Esse 'Algo Mais' para atender alunos com altas habilidades/superdotação. In: VI ANPEdSUL – Seminário de Pesquisa e Pós-graduação em Educação da Região Sul, 6, 2006. Santa Maria, RS. Anais... Santa Maria, Universidade Federal de Santa Maria, 2006. CD_ROM.
RECH, Andréia Jaqueline Devalle; FREITAS, Soraia Napoleão. O papel do professor junto ao aluno com Altas Habilidades. Revista Educação Especial, Santa Maria, UFSM, v. 2, n. 25, p.73-72, 2005.
Renzulli, Joseph. S.  Os módulos de enriquecimento são oportunidades de aprendizagem autêntica para crianças sobredotadas. Boletim APEPICTa, Porto (Portugal), n. 6, dez. 2002.
_____. O que é esta coisa chamada superdotação e como a desenvolvemos?. Educação, Porto Alegre, PUCRS, v. 52, n. 1, p.75-131, Jan./Abr. 2004. Tradução de Susana G. P. Barrera Pérez.
SABATELLA, Maria Lúcia Prado. Talento e superdotação: problema ou solução? Curitiba: Ibepex, 2005.
SOUZA, Maria de Lourdes Lunkes de. Portadores de altas habilidades entre menores infratores. Educação, Porto Alegre, PUCRS, v. 55, n. 1, p. 81-100, Jan./Abr. 2005.
VIEIRA, Nara Joyce Wellausen. A escola e a inclusão dos alunos portadores de Altas Habilidades. Cadernos de Educação Especial, Santa Maria, UFSM, v. 1, n. 21, p.7-22, 2003.
_____. O encontro da professora do ensino básico com alunos da Educação Especial: uma relação (im)possível? Educação, Porto Alegre, PUCRS, v. 52, n. 1, p. 133-151, Jan./Abr. 2004.
______.“Viagem a Mojáve-Óki”! Uma trajetória na Identificação das altas habilidades/superdotação em crianças de quatro a seis anos. Tese (Doutorado). Faculdade de Educação. Programa de Pós-graduação em Educação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2005.
______. A inclusão e a diversidade: os diferentes olhares sobre a prática inclusiva. Cadernos Pedagógicos Legislação Políticas e Influências Pedagógicas. Brasília: UNESCO, Banco Mundial, Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, 2005.
VIEIRA, Nara Joyce Wellausen;  POHLMAN, Nadiesca Para que todos sejam iguais em seus direitos: a ousadia de revisar concepções e paradigmas na inclusão dos alunos com altas  habilidades/superdotação. Anais do V Fórum Nacional de Educação e VII Seminário Regional de Educação Básica: educação, mídia e valores. Santa Cruz do Sul : EDUNISC, 2005, p.97-111.